Miniconto construído como uma voz narrativa em primeira pessoa que rememora a visão de uma mulher amada doente, no hospital, à beira da morte, colocando-se questões existenciais e afetivas. O texto da autora foi publicado pela revista "Ruído Manifesto" em um carrossel com dois cards: no primeiro, o miniconto aparece diagramado em fonte clara sobre desenhos que simulam pedaços de papel, com destaque para a cor laranja, presente na identidade visual da revista; no segundo, constam informações sobre a missão da Ruído Manifesto e nomes de seu corpo editorial.