Videopoema composto pela filmagem de uma mão que, lentamente, esmaga uma manga, acompanhado pela recitação, com voz em off, de versos. O texto verbal recitado é estruturado em torno da homofonia entre a expressão "bolo com chá" (que designa uma refeição comum em Cuiabá) e a construção "bolo cochar" (que lança mão de um verbo frequentemente usado na região para referir-se ao ato sexual). Ambas as expressões, na variante linguística conhecida como cuiabanês, são pronunciadas como "bolo cotchá".